segunda-feira, 20 de junho de 2011

Repercussão da marcha na mídia

Como os principais veículos de informação do país noticiaram a Marcha Nacional da Liberdade?

O prêmio de pior cobertua não vai para a Globo, mas para Reinaldo Azevedo da Revista VEJA com o texto mais mais obtuso a posição mais reducionista e a pior compreensão do envento seguida por um bando de comentários, um pior que o outro. A maioria das pessoas que comentou acha que a manifestação representa um minoria que não quer trabalhar, mas fumar maconha e incitar ao sexo gays, querem fazer todos virarem gays e que defendem que as mulheres tem o direito de ser vadias. Os seja nos transformaram todos num bando de vagabundos, putas, maconheiros e viados que deveriam calar a boca e não deturpar as coisas boas que a sociedade tem. Faça me o favor quanto hipocresia. Vão primeiro entender do que se trata a manifestação antes de julgar e fazer comentários.


A Folha fez uma cobertura sóbria e publicou diversas chamadas sobre o tema antes e depois de acontecer

O portal de noticias UOL sobre a marcha de Porto Alegre publicou a mesma noticia que apareceu em diversos veículos dizendo que 300 pessoas participaram do evento. E não disse nada novo.


Na Record eles noticiaram a marcha brvemente e falaram que houve confusão em BH, mas no texto aparece escrito Marcha da Maconha e não Liberdade.

Jornal Nacional, pelo menos falaram de uma maneira seccionada como se não houvesse unidade nacional, mas falaram.



Na RBS deram destaque para o encerramento da Marcha antecipado com a manchete:
Integrantes da Marcha da Liberdade antecipam encerramento em frente à prefeitura da Capital

Acho que no final o saldo foi positivo. É obvio que a midia não cobriu o evento como gostariamos, mas começaram a entender que a Marcha da Liberdade não é só a marcha da maconha. Acho que estamos vivendo um momento importante de levante popular e uma onda de manifestações públicas contra o governo acontecerão em todo o país até que algo mude de verdade.

E agora se preparem para a reação dos evangélicos, com a marcha contra as drogas, contra o homosexualismo e contra a prostiuição, contra o aborto. Enfim contra a liberdade...
Colabore com seu comentário aqui ou no Facebook e nos ajude a pensar em ações pós-marcha.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

CARTAZES PARA ESPALHAR A MARCHA

No tmblr da Marcha da Liberdade. Foram publicados esse belos cartazes pra espalhar a causa na sua rede e chamar gente pras ruas pro dia 18 que em Porto Alegre começa na Redenção às 15h.

Mande pra eles o seu cartaz! A criação é livre! Só não esqueça de colocar a hashtag #marchadaliberdade

Supremo Tribunal Federal aprova Marcha da Maconha


Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quarta-feira (15/6), que os os cidadãos podem organizar marchas com o objetivo de chamar a atenção para o debate em torno da descriminalização do uso de drogas. A pauta foi colocada em julgamentos da Corte a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 187) ajuizada pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat.

A ação foi ajuizada em julho de 2009, quando Deborah ocupava interinamente o cargo de procuradora-geral da República. Na prática, o Supremo decidiu que se organizar nas chamadas marchas da maconha, que vêm ganhando cada vez mais espaço no país, não é o mesmo que fazer apologia ao uso de drogas. O relator da ação foi o ministro Celso de Mello.

O debate deve girou em torno de três princípios constitucionais caros à sociedade: o direito de liberdade de reunião, proteção das minorias e a garantia de exercer a livre manifestação do pensamento. O ministro Celso de Mello admitiu dois amici curiae no processo. A Associação Brasileira de Estudos Sociais do Uso de Psicoativos (Abesup) e o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), que se manifestarm no julgamento.

A vice-procuradora pediu que o Supremo dê interpretação conforme à Constituição ao artigo 287 do Código Penal. A norma prevê pena de detenção de três a seis meses ou multa para quem fizer, “publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime”. Deborah Duprat pede que a interpretação seja feita “de forma a excluir qualquer exegese que possa ensejar a criminalização da defesa da legalização das drogas, ou de qualquer substância entorpecente específica, inclusive através de manifestações e eventos públicos”.

Como amicus curiae, a Abesup pediu a ampliação da ação. A associação requer que o Supremo conceda Habeas Corpus de ofício para que seja permitido o cultivo doméstico da maconha e seu uso para fins medicinais e religiosos.

Em seu relatório, o ministro Celso de Mello destacou um dos argumentos de Deborah Duprat para justificar a necessidade da atuação do Supremo: “Nos últimos tempos, diversas decisões judiciais vêm proibindo atos públicos em favor da legalização das drogas, empregando o equivocado argumento de que a defesa desta idéia constituiria apologia de crime”.

O ministro Celso de Mello liberou seu voto para inclusão na pauta do Supremo no dia 12 de maio, nove dias antes de a Polícia Militar de São Paulo ter reprimido com violência a Marcha da Maconha organizada em São Paulo. A manifestação havia sido proibida por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo a pedido do Ministério Público. Os desembargadores consideraram que o evento se destina a fazer apologia ao uso de drogas.

Com a decisão do Supremo, as controvérsias em torno da marcha serão pacificadas. O STF já decidiu, em ocasiões anteriores, que o direito à manifestação deve ser livre. Em junho de 2007, o tribunal derrubou decreto baixado pelo então governador Joaquim Roriz, que proibia manifestações com a utilização de carros sonoros na Praça dos Três Poderes, na Esplanada dos Ministérios, na Praça do Buriti e nas vias adjacentes.

Está dado o primeiro passo para a descriminalização do uso da droga.

fonte:

http://rodrigojorge.com.br/mais-uma-foto-da-passeata-a-favor-da-legalizacao-da-maconha/

http://twitter.com/#!/STF_oficial

http://www.marchadaliberdade.org/2011/06/marcha-da-maconha-entra-na-pauta-do-supremo/

http://www.conjur.com.br/2011-jun-10/supremo-julgar-marcha-maconha-quarta-feira


Esclarecimento sobre a diferença entre a Marcha da Liberdade e a Marcha da Maconha

Sou membro do movimento que tem pensado a Marcha da Liberdade aqui em Porto Alegre e estou escrevendo para pedir que tomemos atenção a algumas preocupações que tenho quanto à associação que tem-se feito da Marcha da Liberdade com a Marcha da Maconha.

Nesse sentido, no meu ponto de vista, gostaria de deixar claro que às nossas reivindicações, que se baseiam na Liberdade, ponto. A Marcha da Maconha realizada e reprimida de forma violenta em São Paulo revelou um grave problema na democracia brasileira. Esse reação exagerada do poder público cerceando o direito legitimo de cidadãos se expressarem é o que nos leva a protestar. E defendemos, entre várias outras causas, o direito que os cidadãos têm de participar ativa e conscientemente de debates políticos, e de suscitar discussões públicas na sociedade.

Na Marcha da Liberdade, que será realizada no próximo sábado, dia 18 de Junho, defendemos a Liberdade em suas várias manifestações; não temos ligação direta com a reivindicação da descriminalização do uso da maconha ou outras drogas, apesar de defendermos o direito dos cidadãos que defendem esse direito de expressarem-se publicamente. Pedimos a colaboração de todos para que possamos esclarecer a diferença entre essas duas situações. Resumindo: quem marchar pela liberdade não estará defendendo a maconha. Mas quem defende a maconha deveria marchar pela sua liberdade.

terça-feira, 14 de junho de 2011

PROVOS

A história da Revolta Provos que aconteceu em Amsterdã nos Países Baixos de 1964 a 1966. PROVO, abreviação de provokatie (provocação em holandês), nasceu da convergência, sem razão aparente e de breve duração , de diversos movimentos existentes na Holanda com o objetivo já claro no nome: PROVOCAR. “Caminhando contra a corrente do “cair fora” beat, os Provos holandeses empenharam-se descaradamente em permanecer “dentro” da sociedade, para provocar nela um curto-circuito”. Embarque nessa viagem à década de 60, Amsterdam, Holanda, quando um grupo de pessoas disse não à indústria cultural, ao consumismo, ao american way of life, ao welfare state europeu e propôs uma nova maneira de encarar a vida, anti-conformista e libertária.
Coleção baderna - PROVOS s

A MARCHA MAIS BONITA DA CIDADE

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Marcha da Liberdade Porto Alegre

Esse é um movimento para manifestação de diversas causas que têm em comum a luta pela liberdade. Independente de partidos, movimentos sociais, organizações. Se tu és filiado ou não a algum movimento, tanto faz. Participe e defenda a sua causa! Direitos LGBTT, fim da terrível "Guerra às Drogas", software livre, direitos das mulheres, liberdade de pensamento, democratização da mídia,...

http://www.marchadaliberdade.org/

https://www.facebook.com/pages/Marcha-da-Liberdade-Porto-Alegre/101259189968713